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Em tempos de polarização. ?cancelamentos? e extremismos, há uma questão que o mundo inteiro concorda: insetos são desagradáveis e incomodam. Muitos vão longe e dizem que poderiam viver muito bem sem esse bichinhos pra lá de chatos: moscas, mosquitos, libélulas, pulgões, e por aí vai.


Com certeza todos nós aprendemos nas aulas de biologia um aspecto da vida em nosso planeta que é a base que sustenta nossa existência: a cadeia alimentar. Vamos dar um pulinho lá na sala de aula para refrescar nosso entendimento do que é a tal da cadeia alimentar?


Como nos disse nosso(a) professor(a) à época, na cadeia alimentar, organismos estabelecem relação de alimentação em um ecossistema. A cadeia é composta por produtores, consumidores e decompositores. No meio ambiente, os seres vivos interagem entre si, transferindo matéria e energia por meio de nutrição.


Traduzindo: todos nós, seres humanos, animais (não racionais) e seres vivos de forma geral, interagimos intrinsicamente, criando uma delicada rede de interdependência. O que muitos de nós subestima, é que mudanças mais profundas nessa rede pode colocar nossa sobrevivência como espécie em jogo.



Um agente que já está atuando nessa direção é a vedete dos novos tempos, as mudanças climáticas. As constantes, e profundas, alterações climáticas, estão ameaçando nossas vidas. Como? Insetos, muitos que consideramos inúteis, estão desaparecendo em ritmo preocupante. Insetos alimentam ecossitemas naturais, polinizam plantas, mantém especies predatórias longe de plantações e muito mais.


Hoje, nosso modo de vida está desequilibrando a co-existência das espécies. Emissões de gases poluentes e agricultura de grande intensidade são as duas principais causas da redução de alguns insetos que não podem desaparecer. A rápida degradação do solo e uso de produtos químicos, como pesticidas, estão causando sérios danos, muitos irreversíveis.


Alguns estudos já apontam para uma queda de 9% de algumas espécies terrestres e 11% em água doce. Os países nos trópicos são os que mais estão sentindo o impacto. Alguns cientistas passaram 18 anos monitorando a migração de espécies e concluíram que pelo menos 100 delas não existem mais.


A comunidade científica esclarece que os estudos realizados em todo o mundo não têm caráter conclusivo, mas deixa claro que há mudanças preocupantes no ecossistema hoje que não podem ser desprezadas. A natureza está dando sinais que estamos exagerando em nossas intervenções no planeta.


Fica o alerta.


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