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O termo da moda.


A menina dos olhos.


O futuro da tecnologia.


Falamos da Inteligência Artificial, a IA, a grande novidade do momento. Na prática, a IA é a capacidade que soluções tecnológicas têm de simular a inteligência humana, realizando determinadas atividades de maneira autônoma. Ou seja, computadores que pensam como nós.


Impossível não associar a novidade com o Hal, computador que foi ator coadjuvante do épico filme 2001 Uma Odisséia no Espaço, sucesso que mexeu com o mundo em 1968. A trama do filme gira em torno de uma crise numa missão espacial quando Hal, o computador, discorda dos astronautas e tenta sabotar e tomar conta de toda a operação. E isso seria no ano 2001...


E cá estamos em 2024, mas ainda não estamos nesse nível de avanço tecnológico. De interferência da tecnologia na vida humana. Antes de chegarmos lá, vamos precisar de energia. De muita energia. Literalmente.


Os computadores que vão receber, e administrar, as demandas globais por soluções de IA, vão precisar de muita energia elétrica. As respostas e soluções virão de data centers e nuvens que serão as fontes das respostas. O volume de energia esperado será brutal e muita energia elétrica será necessária para girar as máquinas e fazer as entregas.


Dois gigantes globais de tecnologia estão buscando alternativas que atendam a demanda e, o mesmo tempo, ofereçam soluções limpas e sustentáveis.


A Microsoft vai investir na reativação da usina nuclear de Three Mile Island, na Pensilvânia, a mesma que foi parcialmente fechada por um vazamento radioativo em 1979. A produção de energia por via nuclear é mais robusta e confiável do que a solar ou eólica, ambas dependentes de condições climáticas. O custo será alto, mas dará conta do recado. A previsão é que a usina esteja pronta em 2028.


A outra gigante é a Google. Menos agressiva na solução, a big tech e a empresa taiwanesa BlackRock, anunciaram uma parceria para desenvolver um pipeline de energia solar em Taiwan com capacidade para 1 gigawatt. O objetivo é aumentar a capacidade energética do Google e reduzir as emissões de carbono. Painéis solares serão instalados em Taiwan ao lado de áreas agrícolas, otimizando assim o uso da terra.


É na ilha que são produzidos 60% dos chips consumidos no mundo. O detalhe que assusta os executivos da empresa é que 97% da energia usada em Taiwan não é renovável. É preciso uma alternativa mais sustentável.


Essa foi a forma da Google conseguir a energia que precisa dentro da estratégia da empresa de alcançar a meta de net zero até 2030.


Microsoft e Google largaram na frente. Quais são os planos da concorrência?